quarta-feira, setembro 23, 2009

70 anos sem Freud

Anette Blaya Luz

Completam-se hoje 70 anos de morte de Sigmund Freud, o pai da psicanálise. Nascido em Freiberg em 6 de maio de 1856, morreu em Londres às 3h da manhã do dia 23 de setembro de 1939, aos 83 anos. Manteve o controle de sua vida até o final. Encarou a morte com dignidade e sem autopiedade, conforme palavras de um de seus biógrafos, Peter Gay, que se refere a ele como “o velho estoico”.

A pedido de Freud, que estava exausto de lutar contra um câncer que o torturava havia mais de uma década, Max Schur, seu médico particular, aplicou-lhe uma derradeira dose de morfina, fazendo com que entrasse em um coma do qual não mais despertaria.

Descansava para a eternidade este que foi um dos homens mais importantes do século passado, cujas ideias seguem influenciando sobremaneira o pensamento da civilização atual. Mas suas ideias ficaram transitando entre nós também para a eternidade, pois não se pode imaginar hoje alguém que não saiba, por exemplo, que existe algo em nós chamado inconsciente.

A América existia muito antes de Cristóvão Colombo descobri-la. Tanto isto é verdade, que era habitada por inúmeras tribos de índios. O que Colombo fez foi torná-la conhecida. Freud, da mesma forma, não descobriu o inconsciente. Os poetas já o conheciam há muito tempo e nós mesmos já visitávamos nossos inconscientes toda vez que sonhávamos à noite.

Mas foi Freud quem deu nome ao inconsciente e descreveu sua importância nos destinos de nossos impulsos e desejos, portanto nos destinos da humanidade. Não somos tão senhores de nós mesmos como gostaríamos de crer. Nosso inconsciente é um fator fundamental na nossa constituição como sujeitos inseridos numa sociedade.

É importante lembrar a resistência que Freud encontrou quando propôs a importância da vida inconsciente, dos desejos edípicos e de nossas furiosas agressividades, tão poderosamente ocultas nas profundezas de nossa alma inconsciente.

Juntamente com Darwin, que revelou nossa ancestralidade primata, e com Copérnico, que nos tirou a ilusão de sermos o centro do Universo com sua teoria heliocêntrica, Freud também mostrou nossa pequenez frente às nossas pulsões inconscientes. Quem hoje em dia não sabe que tem um complexo de Édipo, para tomar somente um exemplo da grande influência que as teorias freudianas exercem no nosso cotidiano?

A grande maioria das orientações psicopedagógicas, das terapias dirigidas ao insight, se origina das teorias freudianas. Como acontece com os grandes homens, não temos mais Sigmund Freud vivendo entre nós, mas convivemos todos os dias com suas imortais ideias, teorias e ensinamentos.


Disponível em: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2662266.xml&template=3898.dwt&edition=13177&section=1012

Há professores e há educadores!

Achei muito interessante a reportagem que saiu na ZH ontem e hoje sobre a punição aplicada por uma professora a um aluno que pichou a sua escola, dias após um mutirão da comunidade ter pintado o prédio. Será que esse aluno picha as paredes da casa dele? Concordo que o aluno deva limpar aquilo que sujou. Talvez ele pense duas vezes antes de fazer de novo. Mas achei que as expressões utilizadas pela professora como “bobo da corte” para se referir ao estudante e ameaçar colocar as imagens no YouTube, enquanto o adolescente pintava a parede, foram totalmente desnecessárias. O que será que levou a professora a dizer essas coisas?
Um dos artigos está disponível em:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2662292.xml&template=3898.dwt&edition=13177&section=1015

Lembrei-me de um e-mail que recebi esses dias:

"Há professores e há educadores"

MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO


Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.
Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam às mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.
O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: "Há professores e há educadores"

É, comunicar é sempre um desafio! Às vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Um abraço a todos, Simone

quinta-feira, setembro 17, 2009

VII semestre

Neste semestre vou acompanhar os alunos de Alvorada na interdisciplina eletiva. Como ela ainda não começou, estou ajudando as tutoras Vanessa e Daiane no Seminário Integrador. Estou lendo e comentando os blogs dos alunos. Na visita que fiz ao blog da aluna Katia Diehl achei muito interessante um novo recurso que ela descobriu, o GLOG. É como se fosse um cartaz virtual, onde podemos colocar fotos, imagens, músicas, gráficos... Vou tentar fazer um e postar aqui. Adorei o recurso!
Criei uma página para mim, lá no glogster: http://mony31.glogster.com/
Aos poucos vou aprendendo a mexer ...

terça-feira, abril 28, 2009

O jornal Zero Hora tem publicado ultimamente diversas reportagens e artigos sobre educação. No dia 28 de abril de 2009 li esse artigo que me chamou a atenção, pois reforça a importância do papel da família na educação das crianças. Dar limites e bons exemplos e ensinar valores são tarefas que muitos pais vem deixando de realizar.

Educação e valores, por Luciana M. Crestani*

"Meus pais, família humilde, não me legaram grandes posses materiais. Mas, dentro das limitações financeiras que sempre tivemos, conseguiram me proporcionar os bens mais preciosos: educação e valores morais. O que veio depois disso o ensino sistematizado, a formação e os frutos das escolhas feitas apenas somou aos sólidos pilares anteriormente construídos por meio do exemplo e do diálogo.


É sobre isso que me proponho a refletir no Dia da Educação. Sobre o verdadeiro sentido da palavra educação. Falo de educação para a vida, para a cidadania, para o convívio social. Aquela que aprendemos também na escola, mas primeira e principalmente na família. É na família que aprendemos a cultivar os valores básicos – respeito, honestidade, humildade, cordialidade, compaixão – que externamos ao longo do nosso convívio em sociedade. E, nesse sentido, o respeito – por si mesmo e pelos outros – encabeça a lista das virtudes. Quando na família não se ensina o respeito mútuo, pouco sobra para ensinar. Talvez por falta dele, do respeito, a sociedade esteja cada vez mais doente. Certamente por falta dele escolas enfrentam tantos problemas de violência, de depredação, de confronto, situações inconcebíveis e desanimadoras para professores e estudantes.

Como se espera que uma criança ou adolescente que agride os pais, verbal ou fisicamente, debocha dos avós, trapaceia o irmão, tenha algum respeito por colegas, professores, ou qualquer pessoa que lhe cruze o caminho? Como espero que um filho meu cultive valores, seja uma pessoa de caráter e índole exemplares se a “educação” que recebe em casa vai na direção contrária? Como espero que respeite os mais velhos, ceda sua poltrona a um doente, um idoso, ou simplesmente saiba conviver com as diferenças se não o educo para isso? Se não há exemplo e nem diálogo sobre essas questões em casa, como esperar que meu filho as aprenda?

Já é consagrada a máxima de que o exemplo não é a melhor maneira de educar, é a única. Se a parcela da educação que cabe aos pais é relegada ou renegada, fica difícil a escola sozinha reverter o quadro. É preciso lembrar que a escola é também responsável pelo ensino dos conteúdos curriculares, que são muitos e complexos. Dado o número de períodos que cada professor passa semanalmente em cada turma – uma média de dois períodos –, é escasso o tempo para conciliar discussão de valores morais com conteúdos programáticos. Por outro lado, é urgente que nas salas de aula se priorizem e discutam questões latentes envolvendo valores morais e éticos em detrimento de gramatiquices e fórmulas mirabolantes. Aliás, como professores, somos também exemplos. Mas que pais e mães não se eximam dessa função.

Veja-se o caso do personagem Zeca, o badboy da novela Caminho das Índias. O rapaz tem tudo, materialmente falando. Também tem acesso a bens culturais (cinema, teatro, livros, internet etc.), domina recursos de informática, vai à escola, assiste às aulas... e adianta? O exemplo de casa é o que lhe “adianta”. E na casa de Zeca não há nenhum indício de valores morais... Enfim, que sirva a arte como exemplo para a vida. E que reverberem em nossas memórias as palavras de Theodore Roosevelt: “Educar uma pessoa apenas no intelecto, mas não na moral, é criar uma ameaça à sociedade”.

*Professora universitária, mestre em Educação

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais

Neste primeiro semestre de 2009, vou ser tutora da interdisciplina: Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, com a profa Mauren. Li este artigo na ZH de hoje e lembrei da interdisciplina. É sempre bom refletir sobre esses assuntos...

05 de fevereiro de 2009 | N° 15870

O que queremos ver na educação?

por Cíntia Murussi Silveira*

A educação brasileira já passou por inúmeras transformações, umas para melhor e outras nem tanto. Para melhor para alguns e nem tanto para outros. Se decidíssemos aprofundar a questão na discussão das pessoas com deficiência, certamente depararíamos com diversos tipos de realidades. Por certo, veríamos pessoas ainda na beira da pura miséria e analfabetas, apenas sobrevivendo de doações, de caridade de familiares e de outros que não as conhecem, mas sentem que precisam fazer algo. De maneira um pouco diferente, encontraríamos pessoas com deficiência e, aqui me dedico às que são deficientes visuais (as pessoas cegas ou com baixa visão), com sua vida em ascensão, com sua família, com seu trabalho. Tudo bem, o Brasil é um país de dimensões continentais, quem não sabe disso, mas a questão é: as políticas públicas não são feitas para todos?

Ao tentar responder a esta questão, surgem em reflexão os anos de experiência em educação e mais precisamente na educação das pessoas com deficiência visual. No Rio Grande do Sul, a situação vem se modificando, melhorando e posso acrescentar, sem sombra de dúvida, somos responsáveis por muitas mudanças no comportamento de colegas, alunos, familiares e comunidade em geral. Só que, ainda, o conhecimento mais específico fica em poucas mãos, precisamos compartilhá-los de forma eficiente e que tenha sempre um objetivo maior, a melhor qualificação dos alunos com deficiência visual.

Contudo, o que realmente queremos ver? Uma educação que favoreça o conhecimento a todos os alunos sem qualquer discriminação? Me parece que essas reflexões já passaram da criação de condições, da preparação dos profissionais, do acompanhamento dos pais, mas resta um obstáculo que parece persistir no dia-a-dia escolar, que são as barreiras atitudinais. São aquelas que por vezes nem sabemos que temos, mas são demonstradas diretamente ao aluno com um simples gesto, com uma palavra mal ou bem colocada, com a disposição do ensinar seja para quem. Bom, poderíamos enumerar uma série de situações que presenciei e que alunos relataram-me.

A diversidade dos alunos existentes na escola atual deve impulsionar-nos, os professores, a buscar novos conhecimentos. Agindo como verdadeiros curiosos e pesquisadores, teremos uma ampliação de conceitos sobre potencialidades e possibilidades, especialmente quando falamos de pessoas com deficiência visual. Ao tratarmos da pessoa, aceitamos diferenças que podem ser variadas considerando a nossa multiplicidade como seres humanos.

A escola, dentro de seus dilemas entre qualidade de ensino e democratização do mesmo, sem conseguir equivalência ainda, tenta resolver esse problema preocupante e não superado. No entanto, o processo de inclusão educacional é um processo dinâmico, no qual há uma alteração de paradigma, pois a inclusão é vista como um direito humano, então não existem mais discussões se a inclusão é boa ou ruim, pode haver discussões nas formas que pensamos para agilizar o processo. Ou será que ainda existem profissionais na área da educação que não conseguem ver que há pessoas que enxergam de diferentes formas? Que a relatividade é um conceito mais atual que nunca? Que a escola deve priorizar a formação de valores humanos, para realmente melhorar as pessoas?

No início, a escola foi criada para poucos privilegiados, depois as mulheres e os negros puderam frequentá-la, hoje, este direito é estendido a todos os brasileiros, resta apenas que eles cheguem até a escola e lá permaneçam, sendo crianças quando são crianças, jovens quando quiserem mudar o mundo e adultos quando a resiliência permear seus pensamentos e atitudes.

Então, o que queremos ver? Igualdade, equidade e qualidade da escola pública.

*PROFESSORA ESTADUAL

Disponível em: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2393959.xml&template=3898.dwt&edition=11643&section=1012
Acesso em: 05 de fevereiro de 2009.

sábado, janeiro 10, 2009

Feliz 2009!

Estava eu na praia, lendo a ZH no primeiro dia do ano e encontrei esse artigo que me chamou a atenção. 2009 está aí e é o que desejo esse ano: Tentar realizar muitos sonhos! Então, "que 2009 fique na memória de cada um de nós como um ano inesquecível, maravilhoso, repleto de conquistas e realizações. "

Que venha 2009!

por Luciano Corrêa Iochins*

Dias atrás, me peguei pensando em algum verbo que pudesse exprimir o meu sentimento em relação ao ano 2009. Uma simples palavra que me desse uma esperança de um futuro inspirador, um mundo melhor para todos. Tudo bem, sei que isto pode soar um pouco utópico; no entanto, é preciso sonhar! Sonhar com um mundo sem miséria e sem guerras, como o fez John Lennon. Sonhar com um mundo sem preconceito racial e sem injustiça, como o fez, certa vez, Martin Luther King. Sonhar com um mundo em que todos se ajudam e compartilham suas conquistas, como o fez Madre Teresa de Calcutá. Enfim, sonhar. Simplesmente sonhar.


Como num piscar de olhos, enquanto pensava em tudo isso, surgiu o que eu estava buscando: a forma verbal que todos deveriam pôr em prática daqui em diante. E foi aí que não saiu mais do meu pensamento a expressão “tentar”. Que pena que muita gente ainda não percebeu a importância dessa simples palavra. Tentar... Tentar, por exemplo, olhar fixo nos olhos de alguém muito especial e dizer: “Eu te amo”! Tentar entender que a forma de demonstrar os sentimentos é bastante distinta para cada indivíduo e, por isso, respeitar as limitações do outro é um sinal de sapiência. Tentar, quem sabe, elogiar mais do que criticar, sorrir mais do que chorar, acreditar mais do que desistir, dizer mais “sim” do que “não”. Tentar, daqui pra frente, viver intensamente cada minuto da vida como se fosse o último. Tentar ser mais prudente, mais tolerante, mais flexível e menos sério. Senso de humor não faz mal a ninguém e é sempre bem-vindo. Ao invés de constrangimento e tristeza, prefira a alegria e o bom humor, inclusive nos momentos de embaraço. Afinal, como dizia Freud, “a autoironia representa o triunfo do ego”. E, acima de qualquer coisa, sejamos felizes! Muito felizes!

Que 2009 fique na memória de cada um de nós como um ano inesquecível, maravilhoso, repleto de conquistas e realizações. Que seja um ano de muita luz, paz de espírito e amor no coração. Que em 2009 possamos fazer coisas tão óbvias e banais; as quais, porém, na maior parte do tempo, deixamos de lado. Como, por exemplo, dar um passeio na praça ou no parque e ficar ali, só observando a paisagem e, de preferência, ouvindo belas canções. A felicidade é relativa e pessoal, depende de como cada um entende o seu significado. De qualquer modo, busque a sua! Lembre-se: tentar. Tente. E, se errar, já dizia aquela música: “Tente outra vez”. Mais valem as lágrimas de uma derrota do que o arrependimento por não ter tentado. Ame, viaje, dance, cante, sem medo de ser feliz. Se algum dia tiver vontade de sair correndo pelas ruas, cantando e dançando, faça-o! E nunca desista dos seus sonhos. E quando o chamarem de louco, olhe bem nos olhos da pessoa e diga: “Louco é quem me diz que não é feliz”.

*Jornalista e professor de língua inglesa e língua espanhola

sábado, maio 10, 2008

Feliz dia das Mães


Neste dia 11 de maio de 2008, desejo a todas um Feliz dia das Mães!!!

06/05 Dia Nacional da Matemática

O Dia Nacional da Matemática, por Carlos Alberto V. Heredia*

A reportagem especial de ZH de 4 de maio, sobre o desempenho dos alunos brasileiros nos diversos programas governamentais de avaliação, certamente servirá para abrir mais os olhos dos professores e dos educadores. Esse baixo resultado acontece há muito tempo. A divulgação, porém, é recente, por conta de novos instrumentos avaliativos. Tudo começa pela postura do professor ao entrar no primeiro dia em sala de aula. Ele deve proporcionar ao aluno tranqüilidade, confiança e alegria, e isso em todos os níveis de escolaridade, considerando, é claro, um mestre verdadeiramente apropriado de tais atributos. O olhar matemático sobre os acontecimentos diários deve ser cada vez mais valorizado na escola, mas sem esquecer-se que essa ciência exige uma aprendizagem formal e respeitosa. Por isso, no dia 18 de agosto de 2005, no Diário do Senado Federal, foi instituído o Dia Nacional da Matemática, a ser comemorado anualmente em todo o território brasileiro no dia 6 de maio, data de nascimento do matemático, educador e escritor Júlio César de Mello e Souza, o Malba Tahan, autor da famosa obra O Homem que Calculava.Entendimento sobre proporcionalidade, comparações de medidas, relações com figuras geométricas, dimensões de tempo e espaço, visão tridimensional, são componentes necessários para um bom desempenho profissional e para interpretações corretas de fatos cotidianos.Por vezes, surgem perguntas do tipo: "Para que serve a matemática?" Eu me atrevo a dizer que serve para melhorar a condição de vida da humanidade. Segundo o professor Ian Stewart, "a matemática é uma ciência de padrões, e a natureza explora todos os tipos de padrões que existem". Se a matemática fosse congelada, o mundo ficaria estagnado. Em geral, as pessoas querem utilizar a matemática de forma imediata e lucrativa. A transformação de uma idéia matemática para uma linha de produção demanda muito tempo. Neste sentido, a busca por resultados, sejam eles satisfatórios ou não, deve ser cada vez mais constante. O conhecimento popular (senso comum) é necessário, mas não suficiente. O conhecimento científico (investigação científica) permite uma análise mais criteriosa e portadora de credibilidade, aí a importância do estudo aparece.Devemos aproveitar essa data nacional para nos convencermos da utilidade da matemática, da seriedade do seu estudo, do seu alto poder de formação no campo da ética, da moral e da pureza do pensamento. Nada mais justo do que um dia especial para homenageá-la e desejar que professores, educadores e sociedade em geral repensem a educação matemática, pois no mundo competitivo ser estratégico é dispor de elementos que envolvam capacidade de interpretação e afinidade com a matemática. Não precisamos nos tornar "exegetas do Universo Finito", mas quem melhor do que um conhecedor de matemática para resolver problemas?*Professor de matemática, mestre em Educação

Publicado na ZH de 06/05/08. Acesso em: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1852193.xml&template=3898.dwt&edition=9806&section=101

sábado, abril 26, 2008

Notícias sobre o V ESUD - Congresso Nacional de Educação Superior a Distância

O anúncio da expansão da educação a distância para cursos de mestrado foi o grande destaque da cerimônia de abertura do V ESUD (Congresso Nacional de Educação Superior a Distância), realizada na noite da última terça-feira, 22 de abril, em Gramado no Rio Grande do Sul. Durante a sessão solene, o Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, afirmou que a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) já está preparada para receber propostas de universidades para a criação de cursos de pós-graduação stricto sensu a distância. Saiba mais:

http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=15813

sexta-feira, março 28, 2008

Faculdade sem sair de casa

Olá Pessoal!

Lendo a Zero Hora na quarta-feira da semana passada (19/03) encontrei duas reportagens bem interessante sobre EAD. Alguém leu? Vale a pena dar uma olhada.

A)Faculdade sem sair de casa - http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1799078.xml&template=3898.dwt&edition=9490&section=92

B)Pólos apostam na humanização - http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1799159.xml&template=3898.dwt&edition=9490&section=92

Destaco aqui um trecho: "A mudança da cultura de um aluno tradicional - que tem o professor a sua frente diariamente e pode até se dar ao luxo de não prestar atenção - para o estudante online, que não pode ficar omisso a nenhum movimento do professor, é hoje o maior desafio da educação à distância. A nova postura exige mais iniciativa, mais disciplina e capacidade de buscar o conhecimento... Conforme especialistas, a educação à distância não é para quem quer, mas para quem está disposto a ser protagonista da formação".

Um ótimo final de semana a todos!
Simone

domingo, março 23, 2008

Feliz Páscoa!


Olá pessoal!!

Dia 18/03 tivemos nossa primeira aula presencial, do semestre, no pólo de Alvorada! Foi muito bom reencontrá-los! Desejo a todos um semestre muito produtivo!

Aproveito para desejar a todos UMA FELIZ PÁSCOA!!

Um abraço

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Aula presencial Ludicidade


Segunda-feira, dia 10/12 tivemos nossa segunda e última aula presencial de Ludicidade. Estava chovendo e não tinham muitos alunos na aula, pois dia 10 era o último prazo para entrega do portfólio. Trabalhamos sobre os jogos artesanais e os alunos construíram jogos e brinquedos com sucatas muito criativos, como o jogo da velha, bilboquê, resta um, vai e vem, fantoches... Foi uma aula muito divertida. Levamos do Quem Quer Brincar uma caixa com alguns jogos construídos com sucata para os alunos verem. Estava presente, além das tutoras, alunos e professora, a Alessandra que está colaborando na elaboração do jornal do PEAD. As produções dos alunos foram fotografadas e algumas estão disponíveis no blog criado pela Vanessa: http://ludicidadealvorada.blogspot.com/ e, assim que possível, estarão no rooda também. Não deixem de dar uma olhada.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Jogos

Como estou trabalhando na interdisciplina de Ludicidade no PEAD e na graduação estou fazendo uma disciplina de tecnologias na educação, tenho tido muito contato com jogos. Achei essa reportagem interessante e deixo aqui como sugestão: Jogo brasileiro ensina jovens à distância http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2007/11/07/ult530u5559.jhtm
Abraço, Simone

terça-feira, outubro 16, 2007

Dia do professor

15 de outubro - Dia do professor!


Eu não poderia deixar de fazer uma homenagem a esses profissionais que tanto admiro. Parabéns a todos, que com empenho e dedicação procuram levar os mais variados tipos de conhecimentos a seus alunos!
Sabiam que em 1947 ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor?
Um abraço e uma ótima semana a todos.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Doze homens e uma sentença




Essa semana assisti o filme: "Doze Homens e uma Sentença". Estamos trabalhando os conceitos de evidência e argumentação a partir dele.
Resumo: Doze jurados devem decidir se um rapaz é culpado ou não do assassinato de seu pai, sob pena de morte. Onze deles têm certeza que ele é culpado, enquanto um não acredita em sua inocência, mas também não o acha culpado. Decidido a analisar novamente os fatos do caso, o jurado número 8 (Henry Fonda) não deve enfrentar apenas as dificuldades de interpretação dos fatos para achar a inocência do réu, mas também a má vontade e os rancores dos outros jurados, com vontade de irem embora logo para suas casas.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Nova interdisciplina

Dia 24/09 iniciamos a interdisicplina de Ludicidade com a aula presencial no polo de Alvorada. Foi muito divertida, interagimos, brincamos, rimos e aprendemos novos conceitos. Além de comer pizza e os bombons maravilhosos da Rosane. Acredito que vai ser um semestre muito interessante. Sempre que precisarem de alguma coisa, entrem em contato. Todas as segundas-feiras estarei disponibilizando no rooda os horários de atendimento on line daquela semana. Um abraço, Simone

sábado, setembro 01, 2007

Festa na UFRGS

Hoje teve festa do PEAD na UFRGS, para calouros e veteranos, com direito a musica, chimarrão, batizado, almoço, sorteio de livros e muita diversão. Foi ótimo poder rever o pessoal de Alvorada, mas senti falta de mais gente do polo. Quem não foi perdeu de ver e ouvir a Rosane e o Antonio cantando. Foi muito legal a participação deles!

Registrei alguns momentos da festa. Olhem a Maura, eu e a Rosaura ai!!
Abraço e uma ótima semana a todos.




segunda-feira, julho 23, 2007

Dia do amigo!

Semana passada foi dia do amigo, dia de lembrar de todas aquelas pessoas especiais na nossa vida. Em homenagem a todos os meus amigos, uma mensagem:

"Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."
*William Shakespeare*

sexta-feira, julho 13, 2007

Jardim de Infância

Jardim da Infância....Pedro Bial

...Se os pais dos rapazes que agrediram a empregada (no Rio) e dos que incendiaram o indio Galdino em Brasilia, tivessem colocado em prática parte do que aprenderam no Jardim da Infância, aquelas barbáries não teriam acontecido.
...TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER, APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA
...Por Pedro Bial.
...Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendi lá: 1. Compartilhe tudo.
2. Jogue dentro das regras.
3. Não bata nos outros.
4. Coloque as coisas de volta onde pegou.
5. Arrume sua bagunça.
6. Não pegue as coisas dos outros.
7. Peça desculpas quando machucar alguém.
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar.
9. Dê descarga. (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.
11. Respeite o outro.
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco...desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias.
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
14. Quando sair, cuidado com os carros.
15. Dê a mão e fique junto.
16. Repare nas maravilhas da vida.
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também .
...Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e ai verá como ele é verdadeiro claro e firme.
...Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.
...Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
...Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos .
" É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver"

domingo, julho 01, 2007

Fazer a diferença


Vi essa mensagem postada pela aluna Rosane Beltrão e
gostei tanto que resolvi copiar aqui no meu blog:


"Um dia um menino andando pela praia viu a areia da
beira do mar cheia
de conchinhas e um senhor devolvendo
-as ao mar, pacientemente uma a uma.

Caminhou durante muito tempo seguindo este senhor,
notou que em um determinado momento o senhor voltou e
a beira do mar estava cheia novamente
de conchinhas e
novamente ele foi jogando uma a uma de volta ao mar.
O menino não resistiu mais e perguntou ao senhor:

- Por que o senhor está jogando as conchinhas de volta
ao mar, são tantas que não fará diferença jogar apenas
algumas de volta.
Então o senhor com a sua sabedoria e
paciência perguntou, mostrando a conchinha que estava
em sua mão:

- Você está vendo esta conchinha?
O menino respondeu:
-Sim!
Então ele disse jogando-a ao mar:
- Para esta conchinha EU FIZ A DIFERENÇA!!!
O menino olhou para o senhor, refletiu e continuou a
segui-lo,só que agora, também devolvendo as conchinhas
ao mar."


Concordo que nós, como educadores, podemos fazer
a diferença!!!

Uma ótima semana a todos!